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Adriana Calcanhotto surgiu nos anos 1980 no cenário nacional e, duas décadas depois é uma referência, tanto para a música popular, quanto para o show business. Na música, ao se revelar moderna no discurso e delicada na harmonia. Na carreira, ao alcançar um perfeito equilíbrio entre qualidade e a popularidade. E, assim, conquistou os corações brasileiros, com a delicadeza do toque sutil de suas canções.
A trajetória de Adriana começa no sul do país, em Porto Alegre, cidade onde nasceu em outubro de 1965, de uma mistura de italianos e portugueses. Mãe bailarina, Pai baterista e um ambiente harmonioso para que a menina, aos 13 anos, já se aventurasse a inventar canções. Nas descobertas musicais de Adriana não só o fino canto de João Gilberto ou as intrincadas invenções de Miles Davis, mas também os hits super populares das rádios AM. Desenvolveu um ouvido sem preconceitos. Estreou nos bares da sua Porto Alegre em 1984 e, quatro anos depois, causou sensação ao participar de um show de Rita Lee. Era ela a misteriosa bombshell que adentrava o palco na canção Miss Brasil 2000 envolta numa capa preta, abrí-la e revelar sua nudez por poucos segundos.
Seu primeiro disco, Enguiço, foi lançado em 1990, data também de sua primeira turnê pelo Brasil, e uma música, Naquela Estação (Caetano Veloso/João Donato) ganhou o público como trilha sonora de uma novela de sucesso, A Rainha da Sucata, da TV Globo. Sua interprete recebeu o premio de revelação feminina no 4.o Prêmio Sharp de Música.
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Depois de estreia retumbante e nesses mais de 20 anos de carreira, Adriana lançou outros oito discos, produziu sucessos como compositora e espalhou-se por outras artes: na poesia, ao musicar os versos do português Mario de Sá-Carneiro e do francês Jacques Prevért. Nas artes plásticas, ao envolver-se com a obra de Lygia Clark e Helio Oiticica e em concepções de capas de discos. No cinema e no balé, ao compor trilhas-sonoras para documentários e espetáculos, como os da Companhia de Balé Cisne Negro. E, ainda, em desfiles de estilistas, como Luiza Marcier, grife Maria Bonita, Maria Cândida Sarmento. Desde 2003, contratada pela BMG-Ariola, hoje Sony ela assumiu o heterônimo Adriana Partimpim e, com esse personagem lançou disco e show de sucesso arrebatador, numa proposta feliz em que registra a visão contemporânea para as canções infantis. No exterior, Adriana Calcanhotto desenvolveu uma carreira em Portugal , Argentina e Espanha comparecendo a esses países com assiduidade, para lançar discos e fazer shows, sempre para um público fiel e amoroso. Em 2008 lançou o CD Maré, considerado pela crítica como um dos melhores álbuns e show lançados em 2008. E em 2009 lançou o disco Adriana Partimpim “ Dois é Show!!” em 2011 lançou o disco “o micróbio do samba” e 2012 lançou DVD e CD “micróbio vivo” e também o disco Adriana Partimpim “Tlês”.
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Concerto "Olhos de Onda"
21 DE MARÇO | 21:30
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