Participantes

Adriana Calcanhotto    ARTISTA  (BRASIL)   Programa

Adriana Calcanhotto surgiu nos anos 1980 no cenário nacional e, duas décadas depois é uma referência, tanto para a música popular, quanto para o show business. Na música, ao se revelar moderna no discurso e delicada na harmonia. Na carreira, ao alcançar um perfeito equilíbrio entre qualidade e a popularidade. E, assim, conquistou os corações brasileiros, com a delicadeza do toque sutil de suas canções.

A trajetória de Adriana começa no sul do país, em Porto Alegre, cidade onde nasceu em outubro de 1965, de uma mistura de italianos e portugueses. Mãe bailarina, Pai baterista e um ambiente harmonioso para que a menina, aos 13 anos, já se aventurasse a inventar canções. Nas descobertas musicais de Adriana não só o fino canto de João Gilberto ou as intrincadas invenções de Miles Davis, mas também os hits super populares das rádios AM. Desenvolveu um ouvido sem preconceitos. Estreou nos bares da sua Porto Alegre em 1984 e, quatro anos depois, causou sensação ao participar de um show de Rita Lee. Era ela a misteriosa bombshell que adentrava o palco na canção Miss Brasil 2000 envolta numa capa preta, abrí-la e revelar sua nudez por poucos segundos.

Seu primeiro disco, Enguiço, foi lançado em 1990, data também de sua primeira turnê pelo Brasil, e uma música, Naquela Estação (Caetano Veloso/João Donato) ganhou o público como trilha sonora de uma novela de sucesso, A Rainha da Sucata, da TV Globo. Sua interprete recebeu o premio de revelação feminina no 4.o Prêmio Sharp de Música.

 

 

Depois de estreia retumbante e nesses mais de 20 anos de carreira, Adriana lançou outros oito discos, produziu sucessos como compositora e espalhou-se por outras artes: na poesia, ao musicar os versos do português Mario de Sá-Carneiro e do francês Jacques Prevért. Nas artes plásticas, ao envolver-se com a obra de Lygia Clark e Helio Oiticica e em concepções de capas de discos. No cinema e no balé, ao compor trilhas-sonoras para documentários e espetáculos, como os da Companhia de Balé Cisne Negro. E, ainda, em desfiles de estilistas, como Luiza Marcier, grife Maria Bonita, Maria Cândida Sarmento. Desde 2003, contratada pela BMG-Ariola, hoje Sony ela assumiu o heterônimo Adriana Partimpim e, com esse personagem lançou disco e show de sucesso arrebatador, numa proposta feliz em que registra a visão contemporânea para as canções infantis. No exterior, Adriana Calcanhotto desenvolveu uma carreira em Portugal , Argentina e Espanha comparecendo a esses países com assiduidade, para lançar discos e fazer shows, sempre para um público fiel e amoroso. Em 2008 lançou o CD Maré, considerado pela crítica como um dos melhores álbuns e show lançados em 2008. E em 2009 lançou o disco Adriana Partimpim “ Dois é Show!!” em 2011 lançou o disco “o micróbio do samba” e 2012 lançou DVD e CD “micróbio vivo” e também o disco Adriana Partimpim “Tlês”.

Concerto "Olhos de Onda"


21 DE MARÇO | 21:30


Centro de Congressos - Casino Madeira

Bilhetes à venda na FNAC e Casino Madeira 

Preço único: 30€

Alexandra Lucas Coelho    escritora (Portugal)   Programa

Alexandra Lucas Coelho nasceu em Dezembro de 1967. Estudou teatro no I.F.I.C.T. e licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa. Trabalhou dez anos na rádio. Jornalista do Público desde 1998, continua a colaborar com o jornal. A partir de 2001 viajou várias vezes pelo Médio Oriente / Ásia Central e esteve seis meses em Jerusalém como correspondente. Foram-lhe atribuídos prémios de reportagem do Clube Português de Imprensa, Casa da Imprensa e o Grande Prémio Gazeta 2005. Em 2007 publicou Oriente Próximo (Relógio D’Água), narrativas jornalísticas entre israelitas e palestinianos. Caderno Afegão foi o seu segundo livro. 

 

Em 2010, publicou Viva México, seguido de Tahrir! (2011), o relato dos períodos convulsivos que abalaram o Egipto, com a queda de Mubarak como corolário. Viveu em Jerusálem e no Rio de Janeiro. A estadia no Brasil deu origem ao livro Vai, Brasil. Estreou-se no romance com E a Noite roda, conquistando o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores 2012. 

Foto by JCC

 disponível brevemente

 

Ana Margarida de Carvalho     escritora (Portuga)   Programa

Ana Margarida de Carvalho nasceu em Lisboa, onde se licenciou em Direito e viria a tornar jornalista, assinando reportagens que lhe valeram sete dos mais prestigiados prémios do jornalismo português, entre os quais o Prémio Gazeta Revelação do Clube de Jornalistas de Lisboa, do Clube de Jornalistas do Porto ou da Casa de Imprensa. Passou pela redacção da SIC e publicou artigos na revista Ler, no Jornal de Letras, na Marie Claire e na Visão, onde ocupa actualmente o cargo de Grande Repórter e faz crítica cinematográfica no roteiro e no site de cinema oficial da revista, o Final Cut. 

 

 

Leccionou workshops de Escrita Criativa, foi jurada em vários concursos oficiais e festivais cinematográficos e é autora de reportagens reunidas em colectâneas, de crónicas, de guiões subsidiados pelo ICA e de uma peça de teatro. Com Que importa a fúria do mar, romance de estreia, Ana Margarida de Carvalho foi finalista do Prémio Leya 2012

Foto by Adriana Morais

disponível brevemente

Anselmo Borges    Teólogo (Portugal)   Programa

Anselmo Borges é uma das grandes autoridades portuguesas em matéria de Religião. Teólogo, Filósofo e Professor, leciona Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, depois de ter estudado Teologia na Universidade Georgiana, em Roma, Ciências Sociais na École des Hautes Étudese, Paris, e Filosofia na Universidade de Coimbra. Colunista do Diário de Notícias, espaço que Anselmo Borges dedica, normalmente, a questões de atualidade religiosa, o teólogo e filósofo é autor de uma vasta obra que contribui para tomar o pulso à relação entre o Homem e a Transcendência. 

 

Marx ou CristoJanela do (In)visívelReligião: Opressão ou Libertação?, Morte e EsperançaCorpo e Transcendência ou Janela do (In)finito: Deus e o sentido da existência são alguns dos títulos que compõem o trajeto de um autor prolífero. Para além dos livros da sua autoria, Anselmo Borges também coordenou algumas obras, entre as quais E Deus Criou a Mulher, publicado pela nova delphi, e Deus no Século XXI e o Futuro do Cristianismo. Já durante este ano, Anselmo Borges coordenou a obra Quem foi/Quem é Jesus Cristo, aclamada pela crítica como uma das mais abalizadas análises à vida e legado de Jesus.

disponível brevemente

Beatriz Hierro Lopes    Escritora (Portugal)   Programa

Beatriz Hierro Lopes nasceu em 1985, no Porto. É licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo exercido a sua actividade profissional enquanto técnica do Gabinete de Monitorização do Plano de Gestão do Centro Histórico do Porto Património Mundial. Na área da investigação histórica, é co-autora da obra Igreja e Torre dos Clérigos e de Os Presidentes da Câmara Municipal do Porto (1822-2013)

  Participou, desde 2008, nas revistas: Criatura (n.1, 2 e 3), CràseInútil e Telhados de Vidro (n.16 e 17). Em 2013 publicou É quase noite pela editora Averno.

disponível brevemente

 

Bernardo Vasconcelos   Professor (PortugaL)   Programa

Bernardo Guido de Vasconcelos é Professor Auxiliar na Universidade da Madeira no Centro de Competência de Artes e Humanidades. É doutorado em Linguística Inglesa Aplicada desde 2007. As suas áreas de investigação abrangem a linguística de corpora, estudos de género, estudos da tradução, literatura comparada e literatura de viagens. 

 

Tem interesse, também, por Gestão e Marketing, daí ter feito um MBA Executivo em Gestão de Negócios Internacionais em 2012.

Disponível Brevemente

 

 

Carlos Quiroga    Escritor (galiza)   Programa
Galego, Carlos Quiroga é um dos grandes responsáveis pela preservação e valorização do património cultural que Portugal partilha com a Galiza. Cultor da lusofonia e reputado especialista em Fernando Pessoa, Quiroga leciona Literaturas Lusófonas na Universidade de Santiago de Compostela. Nascido em Escairom, Terra de Lemos, nos alvores da década de 60, Carlos Quiroga é uma das vozes mais obstinadas na luta pela defesa da Língua Galega. Com um vasto trabalho académico que reforça o diálogo entre a lusofonia e o galego, o início da carreira literária de Quiroga remonta a 1999, com a publicação deG.O.N.G – mais de 20 poemas globais e um prefácio esperançado. No mesmo ano, Periferias, obra em prosa que comprova a versatilidade do escritor, mereceu a atribuição do Prémio Carvalho Calero, galardão que consagra narrativas e que o autor voltaria a conquistar em 2006, através deInxala – Espero por ti na Abissínia.   Em 2002, a trilogia Viagem ao Cabo Nom fez a sua primeira escala n’ A Espera Crepuscular de um poeta que elege Lisboa como santuário de criação, enredo pelo qual a influência heteronímica de Pessoa se passeia com a naturalidade de um residente. O ciclo da trilogia – que reúne poesia, fotografia e narrativa – fechou-se em 2005 com O regresso a arder. Publicado no Brasil, Itália e, naturalmente, Portugal, Carlos Quiroga sintetizou assim o seu amor de um galego à Língua Portuguesa, num artigo publicado pelo Jornal de Letras: “Por isso, Língua, como se fosses a gente que és, volta os olhos de letra e admira-te desta nossa intensidade de amor: tem o sorriso louco das mães do Helder, colado à boca que te roça em Camões.”

disponível brevemente

 

Cláudia Rodrigues    Jornalista (Portugal)   Programa
Jornalista madeirense, Cláudia Rodrigues acabou o ensino secundário e rumou a Coimbra. Na mais antiga Universidade portuguesa e uma das mais antigas do Velho Continente, concluiu a licenciatura em Comunicação Social. A redação do Diário de Notícias, em Lisboa, apadrinhou o batismo no ofício do jornalismo. Após um ano a trabalhar num dos principais jornais portugueses, Cláudia Rodrigues iniciou a sua colaboração com a revista Evasões   No regresso à ilha, ingressou na redação do extinto Notícias da Madeira, antes de integrar o elenco do Culturalmente, um magazine de divulgação cultural transmitido pela RTP Madeira. Em 2008, ganhou voz na Antena 1 Madeira e permanece nos quadros da rádio pública nacional. Apresenta o programa semana Casa das Artes, na RTP Madeira

disponível brevemente

Diana Pimentel   professora (PortugaL)   Programa

Diana Pimentel nasceu em Lisboa em 1972. Doutorada em Letras (com a especialidade em Linguagem e Comunicação, em 2008), obteve o grau de Mestre em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea (em 2000), pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Professora Auxiliar na Universidade da Madeira, tem publicado ensaios e recensões críticas em diversas revistas nacionais e internacionais (International Journal of Arts & Sciences, Colóquio-Letras, Relâmpago, Mealibra, Revista de Estudos Literários, entre outras), nas quais tem escrito sobretudo sobre poetas: Camilo Pessanha, António Aragão, David Mourão-Ferreira, Ruy Belo, Herberto Helder, José Agostinho Baptista, Carlos Poças Falcão, Ana Mafalda Leite, José Tolentino Mendonça, Vasco Graça Moura, Ana Luísa Amaral, Adília Lopes, Hélia Correia, Inês Fonseca Santos e Filipa Leal (no prelo).

Colaboradora do Diário de Notícias – Madeira (com crónicas mensais), participou nos documentários “Meu Deus faz com que eu seja sempre um poeta obscuro” – sobre Herberto Helder – (realizado para a RTP 2, em 2007) e “David Mourão-Ferreira: retrato com palavras” (realizado para a RTP 2, em 1996).

É Associate Editor do The International Journal of Literary Humanities (2014) e investigadora da New Directions in the Humanities Knowledge Community e membro da Associação Internacional de Lusitanistas, do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias” – CLEPUL e da AIM – Associação de Investigadores da Imagem em Movimento.

Em 2011 participou – por convite – no Colóquio Internacional Ruy Belo: Homem de Palavra[s], Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 3 e 4 de Novembro e em 2013 participou – por convite – no Colóquio Internacional “Herberto Helder. Absurdité du Centre, continuité du temps”, Universidade Sorbonne Nouvelle – Paris 3 (ambas as comunicações com edição prevista para 2014, em livro, a primeira a ser editada no Brasil e a segunda em França).

 

Entre 1995 e 1999 integrou a equipa da Fundação Calouste Gulbenkian responsável pelo portal da revista Colóquio-Letras e foi colaboradora do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas / Biblioteca Nacional (entre 1997-1999).

Colaborou nos volumes V e VI do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (Lisboa, 2000 e 2001, respectivamente).

Organizou e editou a colectânea Pontos Luminosos. Açores – Madeira, Antologia de poesia do século XX (Porto, 2006) e a antologia In Fabula – Antologia comemorativa de quarenta anos de vida literária, de José Viale Moutinho (Porto, 2008).

É co-autora do livro e depois? – sobre a cultura na Madeira, Funchal, Universidade da Madeira (2005) e autora de Ver a Voz, Ler o Rosto: uma polaróide de Herberto Helder (Porto, 2007).

Em 2014 publicará uma colectânea de ensaios e um estudo (resultante da sua tese de doutoramento) sobre linguagem e mecanismos, literários e digitais (no prelo).

disponível brevemente

 

 

 

 

Diogo Vaz Pinto    Escritor (Portugal)   Programa

Diogo Vaz Pinto (1985, Lisboa) - Licenciado em Direito, trabalha como jornalista no Jornal i. Em 2008 fundou com David Teles Pereira e Ana M. P. Antunes a revista Criatura, da qual se publicaram seis números. 

 
  Em 2010, fundou com David Teles Pereira as Edições Língua Morta. Publicou dois livros de poesia: Nervo (2011, Averno) e Bastardo (2012, Averno).

disponível brevemente

 

Francisco Camacho     escritor (Portugal)   Programa

Francisco Camacho nasceu no Funchal em 1969. Foi redactor e editor do semanário O Independente, redactor e director-adjunto da revista Grande Reportagem, director das revistas Volta ao Mundo e NS’, editor-executivo da revista Sábado e director-adjunto do jornal i. Recebeu o Prémio Revelação do Clube Português de Imprensa (1993) com uma reportagem na Escócia e o Prémio Fernando Pessoa de Jornalismo (1998) com uma reportagem em Moçambique.

 

Em 2010, trocou o jornalismo pela edição de livros. Actualmente, é editor da Oficina do Livro e escreve regularmente nas revistas Sábado e GQNiassa, o romance com que se estreou, foi distinguido com o Prémio PEN Clube na categoria Primeira Obra, em 2008, e recebeu vários elogios da crítica.
A Última Canção da Noite é o seu segundo romance.

disponivel brevemente

Gil Rosa    Jornalista (Portugal)   Programa

Gil Rosa , jornalista dos quadros da RDP/RTP Madeira desde 1990 Natural de Santana . norte da Madeira.

Foi correspondente da TVI e da SIC na Madeira , esta última durante 9 anos.

Foi coordenador das edições da manhã e Chefe do Serviço de Informação da rádio Antena Um Madeira.

 

Foi Diretor de Informação e de Programas da RTP Madeira.

Na televisão da Madeira atualmente coordena e apresenta os programas: "Interesse Público", " Barómetro Madeira " e "Parlamento".

Na Antena Um Madeira apresenta o programa " Face a Face" .

disponível brevemente

 

Golgona Anghel    Escritora (portugal)   Programa

Golgona Anghel nasceu na Roménia, em 1979. Licenciou-se (2003) em Estudos Portugueses e Espanhóis na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde, mais tarde, iria concluir o doutoramento (2009) em Literatura Portuguesa Contemporânea.

 

Desde 2009, desenvolve a sua actividade de investigação no âmbito de um projecto de pós-doutoramento, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Publicou vários livros de ensaio — Eis-me acordado muito tempo depois de mim, uma biografia de Al Berto(Quasi Edições, 2006), Cronos decide morrerviva Aiôn, Leituras do tempo em Al Berto (Língua Morta, 2013). Mais recentemente, preparou uma edição diplomática dos Diários do poeta Al Berto (Assírio & Alvim, 2012).

 

Com uma mão numa salada de ovas de bacalhau e outra numa caneta de tinta permanente, escreve, hoje, sem trégua, espalha doenças, alimenta casos perdidos, parte os dentes dos curiosos passageiros. 

Tudo isto está devidamente registado: Crematório Sentimental (Quasi Edições, 2007), Cómo desaparecer (Diputación de Málaga, 2011), Vim porque me pagavam, (Mariposa Azual, 2011), Como uma flor de plástico na montra de um talho (2013). 

disponível brevemente

 

Gonçalo M. Tavares    Escritor (PORTUGAL)   ProgramA

Gonçalo M. Tavares, escritor português, nasceu em 1970.

Em Portugal, Gonçalo M. Tavares tem vindo a acumular prémios. Com Jerusalém, romance aclamado que conquistou, entre outros, o Prémio Saramago (2005) e o Prémio Portugal Telecom (2007), o prolífico escritor português afirmou-se como legítimo candidato ao Olimpo da Literatura Mundial. Saramago, durante a cerimónia de atribuição do Prémio a Gonçalo M. Tavares, desafiou o futuro com uma profecia que continuará a ecoar até que se concretize: “na produção novelesca nacional, há um antes e um depois de Gonçalo M. Tavares. Creio que é o melhor elogio que posso fazer-lhe. Vaticinei-lhe o prémio Nobel para daqui a trinta anos, ou mesmo antes, e penso que vou acertar. Só lamento não poder dar-lhe um abraço de felicitações quando isso suceder."

Uma Viagem à Índia - a “anti-epopeia” segundo a definição de Eduardo Lourenço, autor do prefácio – contribuiu para conferir ao autor uma dimensão planetária. A obra foi agraciada com o Prémio Melhor Narrativa Ficcional 2010, da Sociedade Portuguesa de Autores, e com o Grande Prémio Romance e Novela, atribuído pela Associação Portuguesa de Autores.

 

  Com Uma Viagem à Índia, Gonçalo M. Tavares arrebatou o Prémio Fundação Inês de Castro e voltou a perfilar-se entre os vencedores do Prémio PT (2011).

Com inúmeras traduções e publicações por todo o Mundo, os seus livros deram origem, em diferentes países, a peças de teatro, peças radiofónicas, curtas-metragens e objectos de artes plásticas, vídeos de arte, ópera, performances, projectos de arquitectura, teses académicas, etc.

Atlas do Corpo e da Imaginação é o mais recente livro de Gonçalo M. Tavares, escritor que tem vindo a afirmar-se, livro após livro, como um dos maiores autores contemporâneos de língua portuguesa. Os prémios internacionais, para além do já citado Prémio PT, também se acumulam no currículo de Gonçalo M. Tavares: Prémio Internazionale Trieste 2008 (Itália), Prémio Belgrado Poesia 2009 (Sérvia), Prix Du Melleur Livre étranger 2010 (França), entre outros.

DISPONÍVEL BREVEMENTE

 

 

Irene Flunser Pimentel    historiadora (Portugal)   Programa

Irene Flunser Pimentel licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, em 1984. Conclui o mestrado em História Contemporânea (variante Século XX) pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com a tese Contributos para a História das Mulheres no Estado Novo. As organizações femininas do Estado Novo (Obra das Mães pela Educação Nacional e Mocidade Portuguesa Feminina), 1936-1966. É investigadora na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Colabora ainda em permanência, desde 1994, na revista História, da qual foi editora até final de 2001. Publicou diversos artigos de História em jornais e revistas portuguesas e estrangeiras, sobre diversas instituições do Estado Novo - organizações femininas e de juventude, polícia política -, a Segunda Guerra Mundial, o nacional-socialismo alemão e o Holocausto, entre outros temas. Colaborou em enciclopédias, dicionários e obras conjuntas. 

 

Participou em exposições, colaborou em documentários e programas de rádio e televisão e intervém regularmente em colóquios, conferências e seminários. É autora dos seguintes livros: História das Organizações Femininas do Estado Novo, «Textos relativos a Portugal» in Contai aos Vossos Filhos. Um Livro sobre o Holocausto na Europa, 1933-1945, de Stéphane Bruchfeld e Paul A. Levine, Fotobiografia de Manuel Gonçalves Cerejeira, Fotobiografia de José Afonso e A PIDE/DGS, 1945-1974. Já em 2014, chegou aos escaparates a obra “Democracia e Ditadura. Memória e Justiça Política”, coordenada por Irene Pimentel e Maria Inácia Rezola. Em 2007, a Historiadora foi agraciada pelo Prémio Pessoa. 

 

disponível brevemente

 

 

 

João de Melo    escritor (portugal)   Programa 
João de Melo (n. 1949, São Miguel – Açores),  licenciado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa, é autor de obras de ficção, ensaios, antologias, poesia, livros de crónicas e de viagem. Muitos dos seus livros foram traduzidos em vários países europeus, nos Estados Unidos e no México.
Foi editor de autores portugueses, crítico literário, professor dos ensinos secundário e superior, conselheiro cultural junto da embaixada de Portugal em Espanha.

  Foram-lhe atribuídos os seguintes prémios literários: Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores, Prémio Eça de Queiroz/Cidade de Lisboa, Prémio Cristóvão Colombo (Capitais Ibero-americanas), Prémio Fernando Namora/CasinodoEstoril, Prémio Antena 1, Prémio «A Balada» e Prémio Dinis da Luz.
Gente Feliz Com Lágrimas, o seu romance mais conhecido, foi adaptado ao teatro pelo grupo  O Bando, e a telefilme e a série de televisão pelo realizador José Medeiros.

disponível brevemente

 

 

 

João Miguel Tavares    ESCRITOR (PORTUGAL)    PROGRAMA

João Miguel Tavares (n. 1973, Portalegre) é licenciado em Ciências da Comunicação, pela Universidade Nova de Lisboa.
Trabalhou no Diário de Notícias como jornalista na secção de cultura, editor-executivo adjunto e editor na secção de sociedade. Em 2007 fundou a revista Time Out Lisboa, da qual foi diretor-adjunto até 2013. Em 2008 iniciou na TSF o programa Governo Sombra, com Carlos Vaz Marques, Pedro Mexia e Ricardo Araújo Pereira, que desde 2012 tem também uma versão televisiva na TVI24.

 

 Foi colunista do Correio da Manhã durante três anos. Atualmente escreve duas vezes por semana na última página do Público.
Tem publicados um livro de crónicas familiares, Os Homens Precisam de Mimo , e três livros infantis, A Crise Explicada às Crianças, Uma Baleia no Quarto e O Pai Mais Horrível do Mundo.
É autor do blogue joaomigueltavares.blogs.sapo.pt e coautor do blogue familiar paisdequatro.blogs.sapo.pt.

DISPONÍVEL BREVEMENTE

 

 

 

João Tordo    Escritor (Portugal)   Programa

Nascido em agosto de 1975, sob o signo das disputas ideológicas que marcaram o “verão quente”, João Tordo cedo percebeu que a palavra seria o seu caminho natural. João Tordo licenciou-se em Filosofia e logo enveredou pela dimensões que lhe garantiam uma relação diária com a escrita. Com passagens por Londres e Nova Iorque, justificadas pelos cursos de jornalismo e escrita criativa, Tordo manteve colaborações assíduas com vários jornais e revistas portuguesas. Em 2004, fez-se luz sobre João Tordo como romancista. O livro dos Homens sem luz foi o primeiro do autor a chegar aos escaparates, seguindo-se Hotel Memória, em 2007. Com As três vidas (2008), venceu o Prémio Literário José Saramago, distinção que confirmou o autor como um dos mais promissores da nova geração de escritores portugueses. Livro de grande fôlego, a edição brasileira de As três vidas foi finalista do Prémio Portugal Telecom. A carreira literária prosseguiu com O Bom inverno, finalista do prémio para Melhor Livro de Ficção Narrativa da Sociedade Portuguesa de Autores e do Prémio Fernando Namora. A tradução francesa de O Bom inverno compôs a plêiade de obras selecionadas para a 6ª edição do Prémio Literário Europeu. Anatomia dos Mártires, romance publicado em 2011, voltou a colocar o escritor entre os finalistas do Prémio Literário  Fernando Namora. 

 

Já este ano, os leitores e o mercado editorial aguardaram, com expectativa, a publicação de O Ano Sabático, romance que sublinha o poder encantatório dos enredos criados por João Tordo. Com trabalho realizado no âmbito audiovisual, mediante a escrita de guiões, João Tordo tem traduções dos seus livros publicados em França, Itália, Brasil, Sérvia e Croácia. Biografia involuntária dos amantes, romance a lançar em breve, assinala a estreia de João Tordo na Alfaguara.

Foto by Bruno Simão

disponível brevemente

 

Jorge Sousa Braga    Escritor (PORTUGAL)   Programa
Jorge Sousa Braga (n. 1957, Cervães – Vila Verde) é licenciado em Medicina e exerce a especialidade de Obstetrícia num hospital do Porto, cidade onde vive. É poeta, autor de livros infanto-juvenis e tradutor.
A sua obra poética tem vindo a revelar-se de uma criatividade notável, presente desde o primeiro livro De Manhã Vamos Todos Acordar Com Uma Pérola No Cu, de 1981, uma abordagem dos Descobrimentos e da portugalidade sempre tomada pelo lado irónico e surrealista, com ressonâncias do movimento Beat, de São Francisco.
  A sensualidade – e a sexualidade, – em poemas íntimos e por vezes extremos, bem como a sua paixão pela poesia oriental têm-no levado a escrever haikus em língua portuguesa com assinalável perfeição. Incansável leitor de poesia verteu para português poemas de Jorge Luis Borges, Matsuo Bashô, Li Po, Guillaume Appolinaire, entre muitos outros.
O Novíssimo Testamento e outros poemas é o seu mais recente livro de poesia (Assírio & Alvim, 2012)

DISPONÍVEL BREVEMENTE

 

José Eduardo Agualusa     escritor (angola)   Programa

José Eduardo Agualusa nasceu no Huambo, Angola, em 1960. Estudou Silvicultura e Agronomia em Lisboa, Portugal. Os seus livros estão traduzidos em 25 idiomas.

Escreveu várias quatro peças de teatro: "Geração W", "Aquela Mulher", "Chovem amores na Rua do Matador" e "A Caixa Preta", estas duas últimas juntamente com Mia Couto.

Beneficiou de três bolsas de criação literária: a primeira, concedida pelo Centro Nacional de Cultura em 1997 para escrever Nação crioula, a segunda em 2000, concedida pela Fundação Oriente, que lhe permitiu visitar Goa durante 3 meses e na sequência da qual escreveu Um estranho em Goa e a terceira em 2001, concedida pela instituição alemã Deutscher Akademischer Austauschdienst. Graças a esta bolsa viveu um ano em Berlim, e foi lá que escreveu  O Ano em que Zumbi Tomou o Rio. No início de 2009 a convite da Fundação Holandesa para a Literatura, passou dois meses em Amsterdão na Residência para Escritores, onde acabou de escrever o romance,  Barroco tropical.

 

Escreve crónicas para a revista LER e para o portal Rede Angola.

Realiza para a RDP África "A hora das Cigarras", um programa de música e textos africanos.

É membro da União dos Escritores Angolanos.

Com dez romances publicados e quatro colectâneas de contos, as obras de José Eduardo Agualusa, nome maior da literatura lusófona, estão traduzidas em mais de vinte idiomas.

disponível brevemente

 

Lilía Mata    Jornalista (Portugal)   Programa

Nasceu a 15 de Julho de 1967, na Madeira.

 É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, estudos ingleses e alemães (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa). Tem ainda formação em Técnicas de Turismo.

Iniciou a sua carreira jornalística no Diário de Notícias do Funchal em 1987. É jornalista no Centro Regional da Madeira da Radiotelevisão Portuguesa - Rádio, desde 1989. Colaborou no semanário Tribuna da Madeira, na Revista de Temas Culturais Islenha (DRAC), e na Revista Margem (CMF). Já leccionou Inglês e Alemão em algumas escolas.

Em 1986 foi premiada num concurso literário promovido pela Câmara Municipal do Funchal ("Funchal: origem do seu nome"), tendo ganho depois alguns concursos literários da iniciativa da Secretaria Regional da Educação.

Entre 1989 e 1993 foi colaboradora assídua do suplemento literário do Diário de Notícias de Lisboa (DN-Jovem), com diversos textos publicados e alguns prémios.

Em 1997 venceu o Prémio Edmundo Bettencourt , prémio Literário Cidade do Funchal, com o livro "histórias do bertoldinho",  publicado em 1998 pela Câmara Municipal do Funchal.

Em 2001 foi a vencedora do Prémio Horácio Bento de Gouveia (conto), da Câmara Municipal de São Vicente, com a obra "Contos de Embarcar".

 

Foi premiada num concurso de contos de Natal, na Internet, com o conto "O Velho e o Menino" (www.iol.pt) e recebeu o segundo Prémio com o conto “O bilhete”, no Concurso Brito Broca de Literatura da Prefeitura de Guaratinguetá, Estado de São Paulo, Brasil.

Desde 2004 mantém o blogue O rabo do gato (http://o-rabo-do-gato.blogspot.com), onde escreve regularmente sobre memórias, tradições e formas de falar madeirenses, uma área pela qual se interesse de forma particular.

Está representada na antologia “Nostalgia dei Giorni Atlantici”, publicada em Itália em 2005 (Editora Scritturapura), com um conto traduzido para italiano, na Antologia “Contos Madeirenses” (organizada por Nelson Veríssimo, Editora Campo das Letras, 2005), com o conto “Cartas de Amor” e ainda na antologia “Crónica Madeirense (1900-2006)” (organizada por Fernando Figueiredo e outros, Editora Campo das Letras, 2007).

Em 2011, participou na obra “Lendas da Madeira para Crianças”, ( Editora Sete Dias, Seis Noites ) com um conto sobre a Lenda do Cavalum. Em 2012, publicou “A Nuvem que queria chover onde era preciso”. 

disponível brevemente

 

Luís Caetano   jornalista (PortugaL)   Programa

Realizador e apresentador da Antena 2, onde actualmente é autor de quatro programas: "A Força das Coisas" (semanal), "A Ronda da Noite, "Última Edição" e "A Vida Breve (diários), programas de entrevista e divulgação literária que receberam os prémios Jornalista ou Imprensa de Edição da Revista Ler / Booktailors, Pró-Autor da Sociedade Portuguesa de Autores, Fahrenheit Rádio da União de Editores Portugueses e Prémio Escritaria de Jornalismo Cultural, todos em primeira edição.

Foi editor e apresentador do programa "Diário Câmara Clara", na RTP2 e jornalista residente da emissão semanal do "Câmara Clara" entre 2007 e 2012. É autor do documentário "Encompassing The Globe" (RTP2, 2010) e narrador de séries de televisão como "Grandes Livros" e "A República". 

 

Na Antena 2 assinou também programas como "Um Certo Olhar", "Acordar a 2", "Allegro Vivace" e "A...gosto de". Cobriu para a rádio pública várias edições da Feira do Livro de Frankfurt, dos Concertos Promenade de Londres e da Folle Journée de Nantes, e dos encontros Correntes d'Escritas, Literatura em Viagem e Escritaria. 
É licenciado em Ciências da Comunicação e formado pelo CENJOR.

 

 

disponível brevemente

 

Luísa Spínola    Ilustradora (Portugal)   Programa

Luísa Spínola nasceu em 1962, na Madeira, e licenciou-se em Artes Plásticas, variante de Pintura, pelo Instituto Superior de Arte e Design. Mestre em Arte e Património, a carreira artística de Luísa Spínola consolidou-se com a participação em inúmeras exposições colectivas e individuais, desde 1994. Artista com alguns prémios no currículo, Luísa Spínola ilustrou 3 livros de Francisco Fernandes: O Diogo Quer Ser Futebolista, A Madalena Descobre o Basquetebol e O João Gosta do Mar, para além de Antes que a Noite Caia, de Maria Aurora Homem. 

 

Desde 2006, a artista preside aos destinos do Atelier Gatafunhos, um espaço que procura inserir o ofício das Artes plásticas no quotidiano de crianças de 5 anos até jovens de 15.

Foto by Gregorio Cunha

disponível brevemente

 

 

Luiz Ruffato    Escritor (BRASIL)   Programa

O autor brasileiro Luiz Ruffato, nascido em 1961, participa no FLM’14 depois de ter assumido as honras de abertura da mais recente edição do maior evento literário do Mundo, a Feira do Livro de Frankfurt, que teve o Brasil como país convidado. Luiz Ruffato dedica-se exclusivamente à literatura desde 2003. Estreou-se com o aclamado romance Eles eram muitos cavalos, vencedor do Troféu APCA e Prémio Machado de Assis para Melhor Romance. Em 2005, o escritor natural de Cataguases, Minas Gerais, iniciou a saga Inferno Provisório, composta por cinco volumes. Domingos Sem Deus (2011) é o último volume da série, distinguido com o Prémio Casa de Las Américas 2013.

Antigo jornalista, Luiz Ruffato formou-se em tornearia-mecânica pelo Senai e em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora. A viver em São Paulo desde 1990, o escritor mineiro elevou-se ao patamar cimeiro da literatura lusófona,

 

o que se reflecte na tradução das suas obras em vários países, entre os quais Itália, França, Alemanha, Portugal, Colômbia, México, Cuba e Argentina, para além de participações em revistas e antologias publicadas um pouco por todo o globo.

O trajecto literário de Luiz Ruffato tem merecido a atenção da crítica especializada. Aos prémios Casa de Las Américas 2013, do Troféu APCA e do Prémio Machado de Assis para Melhor Romance, o escritor de Cataguases conquistou o Prémio Jabuti, com a obra Vista parcial da noite, e foi finalista do Prémios Portugal Telecom com O mundo inimigo. O Livro das impossibilidades e Estive em Lisboa e lembrei de você integraram os finalistas do Prémio Zaffari-Bourbon. O livro cujo título integra o nome da capital portuguesa também foi finalista do Prémio São Paulo de Literatura.

disponível brevemente

 

 

Manuel Jorge Marmelo    Escritor (Portugal)   Programa

Nasceu em 1971, na cidade do Porto.
É jornalista desde 1989. Em 1994 ganhou o prémio de jornalismo da Lufthansa e em 1996 a menção honrosa dos Prémios Gazeta de Jornalismo do Clube de Jornalismo/ Press Club.

O seu primeiro livro, O Homem que Julgou Morrer de Amor (novela e teatro), inaugurou, em 1996, a colecção Campo de Estreia, da Campo das Letras.
Publicou, depois, Portugués, Guapo y Matador (romance, 1997), Nome de Tango (romance, 1998), As Mulheres Deviam Vir com Livro de Instruções (romance, 1999), O Amor é para os Parvos (romance, 2000), Palácio de Cristal, Jardim-Paraíso (álbum, 2000), Sertão Dourado (romance, 2001), Paixões & Embirrações (crónicas, 2002), Oito Cidades e Uma Carta de Amor (contos e fotos, 2003), A Menina Gigante (infantil, 2003) e Os Fantasmas de Pessoa(romance, 2004).
Tem publicado regularmente textos e contos em diversas antologias e publicações, em Portugal, no Brasil e em França. 

 

Alguns destes textos figuram neste livro.
Desde julho de 2001, o seu nome consta do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, da Porto Editora, sendo o mais jovem dos nomes biografados.
Em junho de 2005, com o livro O Silêncio de Um Homem Só, é-lhe atribuído o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, da Associação Portuguesa de Escritores em colaboração com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Com “Uma mentira mil vezes repetida”, Manuel Jorge Marmelo conquistou o Prémio Correntes D’escritas/Casino da Póvoa 2014. “Somos todos um bocado ciganos” é o seu último romance. 

disponível brevemente

 

 

Maria de Menezes    Escritora (portugal)   Programa

Maria João Saraiva de Menezes (1971, Porto) é professora e escritora. Licenciada em Filosofia, pela Universidade Católica Portuguesa, em 1998. Descendente de famílias do Minho e da Madeira, viveu no Minho durante a infância e adolescência e, entre 1987 e 1990, viveu em Macau, onde frequentou o primeiro ano do curso de Direito, na Universidade da Ásia Oriental. Vive em Lisboa. É casada e tem 3 filhos. Publicou livros de poesia, ficção, etiqueta, pedagogia e infanto-juvenis. Realiza a HORA DO CONTO COM A AUTORA em escolas e bibliotecas, com as suas histórias, onde tem também divulgado o último livro escrito em parceria com o filho Vasco, aos 8 anos:

  «O Dia em que o Mundo Desapareceu». Três dos seus contos infantis foram encenados e representados em Portugal. Venceu o 1º Prémio Literário AICL Açorianidade 2013, com o livro «CHAPÉU DE CHUVA TRANSPARENTE, Crónica de um Amor sem Limites».

DISPONÍVEL BREVEMENTE

Maria João Beja    professora (portugal)   Programa

Maria João Beja é psicóloga. Doutorada em Psicologia, Maria João Beja acumula a actividade “clínica” com a docência. Na Universidade da Madeira, é directora do curso de Psicologia. Reputada especialista em terapia familiar e de casal, Maria João Beja foi uma das coordenadores da obra “Mulher, Feminino, Plural”, um livro integrado na colecção Pallas Athenas da Nova Delphi, cujo lançamento remonta ao final de 2013.

 

 Neste momento, Maria João Beja desenvolve um projecto sobre desenvolvimento emocional para as Joaninhas by Nova Delphi.

 

 

disponível brevemente

 

 

 

Maria Lopo de Carvalho    Escritora (portugal)   Programa

Maria João Lopo de Carvalho nasceu em 1962 e licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Nova de Lisboa. Professora de Português e de Inglês no ensino público e privado, representante em Portugal dos colégios ingleses Pilgrims, fundou e dirigiu a Know How, Sociedade de Ensino de Línguas e a Know How, Edições Produções e Publicidade destinada à tradução e à criação de livros personalizados para crianças e à conceção anual do Guia da Criança. 

 


 

Publicou o primeiro romance, o best-seller Virada do Avesso, em 2000 eAcidentes de Percurso, em 2001. 
Mãe de dois filhos, fala e escreve pelos cotovelos e tem sempre tempo para tudo, sobretudo para os amigos.

disponível brevemente

 

Marta Caires    jornalista (Portugal)   Programa

Correspondente do Expresso na Madeira e autora da crónica de memórias  que há nove anos sai na 'Mais', a revista de domingo do Diário de Notícias da Madeira. Nasceu no Funchal em 1971 e aqui completou o ensino secundário. Em Lisboa, onde viveu os anos do curso, estudou Comunicação Social na Universidade Nova. Voltou ao Funchal, iniciou a vida profissional no 'Jornal da Madeira' e em 1998 mudou-se para Joanesburgo, na África do Sul, uma experiência que durou nove meses.

 

 Em 1999 entrou para o Diário de Notícias e, em Outubro de 2005, começou a escrever a crónica de domingo, um espaço de memórias, de pequenos nadas do quotidiano madeirense.  

disponível brevemente

Miguel Real    Escritor (portugal)   Programa

Miguel Real (n. 1953, Lisboa) é licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos Portugueses pela Universidade Aberta, com uma tese sobre Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa. Foi até recentemente professor de Filosofia no Ensino Secundário. Especialista em Cultura Portuguesa, possui uma vasta obra dividida entre o ensaio, a ficção e o drama (neste último género sempre em colaboração com Filomena Oliveira). 

 

Recebeu o Prémio Revelação nas áreas da Ficção e do Ensaio Literário da Associação Portuguesa de Escritores, Prémio Ler/Círculo de Leitores, Prémio Fernando Namora da Sociedade Estoril Sol, Prémio Ficção da Sociedade Portuguesa de Autores e Grande Prémio de Teatro do Teatro Aberto e SPA. É colaborador permanente do Jornal de Letras no qual faz crítica literária.

disponível brevemente

 

 

 

Nuno Lobo Antunes    Escritor (portugal)   Programa

Nuno Lobo Antunes (1954, Lisboa) é neuropediatra, licenciado em Medicina, pela Faculdade de Medicina de Lisboa. O seu percurso profissional tem passado por cargos como o de consultor de Neurologia Pediátrica no Memorial Hospital for Cancer and Allied Diseases, em Nova Iorque, e o de Professor Auxiliar de Neurologia e Pediatria na Cornell University Joan & Sanford I - Weill Medical College; Diretor Clínico e Coordenador das áreas de Neurodesenvolvimento e Neurologia do CADIn; Presidente do Conselho de Administração da Fundação Make-A-Wish; Coordenador da Unidade de Neuropediatria do Hospital Santa Maria; Consultor de Neurologia Pediátrica do IPO de Lisboa, entre muitos outros.

   Atualmente dirige o PIN – Progresso Infantil, Centro para as Perturbações do Desenvolvimento Infantil. É autor dos “best-sellers” Mal-EntendidosSinto MuitoEm Nome do Pai e Vida Em Mim.

disponível brevemente

 

Paula Moura Pinheiro    Jornalista (Portugal)   Programa

Licenciada em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa e pós-graduada em Direito Comunitário pelo Instituto Europeu da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, o início da carreira jornalística de Paula Moura Pinheiro remonta a 1987. Mais tarde, em 1992, estreou-se no pequeno ecrã, suporte através do qual contribuiu para fazer história no jornalismo cultural português. Subdirectora da RTP2 entre 2006 e 2012, Paula Moura Pinheiro editou e apresentou o Câmara Clara até à extinção. Programa emblemático no âmbito da divulgação e debate culturais, a jornalista entrevistou centenas de convidados que asseguravam a dose diária recomendada de grande Arte. Escritores, músicos, historiadores, filósofos, dramaturgos, arquitectos, cineastas e escultores, entre outros intérpretes da Arte, eternizaram uma câmara Clara cujo brilho orientador não se apaga.

 

 Na rádio, a voz de Paula Moura Pinheiro ecoou, pela primeira vez, em 1994. Na imprensa escrita, foi entrevistadora, repórter e colunista da revista Grande Reportagem durante seis anos. Colaboradora do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas como dinamizadora de comunidades de leitores por todo o país, Paula Moura Pinheiro assinou o Guia de Leituras do IPLB de 2003 e promoveu, em articulação com a Fundação Calouste Gulbenkian, os Clássicos. Mentora da animação cultural das 74ª e 75ª edições da Feira do Livro de Lisboa, a jornalista tem quatro livros editados: 27/8Portugal no Futuro da EuropaEstória da Pré-História do Chapitô Viagem de Regresso. Paula Moura Pinheiro regressou, já em 2014, à rádio e televisão públicas, com o programa semanal “Visita Guiada”. 

Foto by Carlos Ramos

DISPONÍVEL BREVEMENTE

Paulo Cafôfo    Presidente CMF (portugal)   Programa

Paulo Cafôfo é professor, licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tem sido docente em várias escolas da Madeira, onde exerceu também diversos cargos de direcção nos Conselhos Executivos e Pedagógicos.

Vice-Coordenador do Sindicato dos Professores da Madeira entre 2009 e 2011, 


  Paulo Cafôfo foi também secretário nacional e conselheiro da FENPROF e integrou os órgãos sociais da ARCHAIS (Associação de Arqueologia e Defesa do Património da Madeira), como membro da direcção e presidente do Conselho Fiscal. A 29 de Setembro de 2013, Paulo Cafôfo foi eleito Presidente da Câmara Municipal do Funchal.

disponível brevemente

 

 

Paulo Moura    escritor  (portugal)   Programa

Jornalista do jornal Público desde a sua fundação, em 1989, Paulo Moura nasceu em 1959 e cursou História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Em 1989, concluiu o curso em Comunicação Social pela Escola Superior de Jornalismo do Porto. No mesmo ano, iniciou funções no jornal Público, publicação que se tornaria uma referência no meio jornalístico português. Entre 1993 e 1995, Paulo Moura encetou o caminho que o consagraria como “repórter à solta”, expressão que dá nome ao blogue que mantém. Correspondente permanente nos Estados Unidos, Canadá e México, o jornalista e escritor regressou a Portugal e assumiu uma posição de destaque na revista dominical Pública, do mesmo jornal, da qual seria editor. A partir do ano 2000, Paulo Moura notabilizar-se-ia pelo trabalho realizado em cenários de guerra e de catástrofes naturais. Para a Pública, escreveu notáveis reportagens a partir do Kosovo, Sérvia, Bulgária, Roménia, Hungria, Polónia, Afeganistão, Kwait e Qatar, entre outros países. Mais tarde, o repórter acompanhou, in loco, as consequências do sismo que fustigou o Haiti e mediu a pulsação à “Primavera Árabe”.

 

 O seu Diário da Primavera Árabe, escrito a partir do Egipto e da Líbia, justificou a atribuição do Prémio Gazeta na categoria de Imprensa, galardão que se junta a três Grandes Prémios de Reportagem Escrita do Clube Português de Imprensa e ao Prémio de Jornalismo «O Futuro da Europa», atribuído pela Comissão Europeia. Autor de Otelo, o Revolucionário, uma biografia de Otelo Saraiva de Carvalho, herói da Revolução que abriu as portas da democracia portuguesa, Paulo Moura tem um romance publicado, O Tesouro de Lisboa, para além de O Fim das Miragens e Passaporte para o Céu, trabalhos de índole jornalística que exibem a acutilância analítica do autor. Com O Segredo da Cartuxa, Paulo Moura acedeu ao muito restrito lote de pessoas autorizadas a conhecer os meandros do único mosteiro português de clausura que sujeita os monges a um voto de silêncio. Já em 2014, Paulo Moura foi espectador privilegiado da ebulição política que levou à queda do poder na Ucrânia. Em breve, chega aos escaparates o mais recente livro de Paulo Moura, Longe do Mar

disponível brevemente

Paulo Scott    Escritor (BRASIL)   Programa

Escritor brasileiro, nasceu em Porto Alegre, RS, mora atualmente no Rio de Janeiro, RJ. Publicou, até ao momento, três romances, Ithaca Road, Habitante irreal  e Voláteis) e um livro de contos, Ainda orangotangos – adaptado para o cinema por Gustavo Spolidoro, longa-metragem vencedor do 13º Festival de Cinema de Milão), Paulo Scott também assina quatro livros de poemas - O monstro e o minotauro,  Senhor escuridão,  A timidez do monstro  e Histórias curtas para domesticar as paixões dos anjos e atenuar os sofrimentos dos monstros). Traduz do inglês, escreve textos de dramaturgia e roteiros, colabora com revistas, jornais e suplementos de cultura do país e do exterior.

  Habitante Irreal, o seu segundo romance, chega agora ao escaparates portugueses, com a chancela da Tinta-da-China. A obra foi finalista dos prémios Jabuti e São Paulo de Literatura e vencedor do Prémio Machado de Assis 2012.

Disponível brevemente

Paulo Sérgio BEJu    Ilustrador (portugal)   Programa

Nasceu no Monte, Funchal, em 1971. Em 1999, concluiu a licenciatura em Artes Plásticas – Escultura e, em 2003, pós-graduou-se em Direcção Artística. Tem desenvolvido diversos projectos no âmbito da expressão dramática, teatro, cenografia, performance, artes plásticas e curadoria. Tem participado, desde setembro de 2002, em exposições individuais e colectivas, como artista plástico. Recebeu diversos prémios no âmbito do teatro (encenação), escrita e artes plásticas, destacando-se o 1º prémio no Concurso de Poesia de Abrantes (junho de 1996) e o 1º prémio do Concurso de Artes Plásticas Henrique e Francisco Franco (Calheta, dezembro de 2005), atribuído por um júri presidido pela curadora Isabel Carlos.

   

  Recentemente, ilustrou o livro As Coisas mais belas do mundo, de Valter Hugo Mãe, lançado em Setembro de 2010. Ilustrou, também, O Pote da Peste e o Pote de Ouro, o primeiro título da colecção Mistério e Fantasia, da Nova Delphi.

disponível brevemente

 

 

Raquel Gonçalves     jornalista (portugal)   Programa

Licenciada em Ciências da Cultura, está neste momento a concluir um mestrado em Estudos Linguísticos e Culturais na Universidade da Madeira.

A literatura e a escrita sempre fizeram parte do seu percurso profissional, primeiro no jornalismo e depois no estudo da literatura, no âmbito do qual está neste momento a concluir uma tese de mestrado sobre “Palavras e Imagens em Gonçalo M. Tavares”.

Iniciou a carreira no Jornal da Madeira, fez-se jornalista no Diário de Notícias do Funchal, e colaborou num programa semanal de análise da actualidade na RTP/M.

  Neste momento, fez pausa no jornalismo e dedica-se aos estudos literários. Está ainda a colaborar no  Dicionário Enciclopédico da Madeira, um projecto do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) | Polo UMa (Universidade da Madeira). Mantém o blogue “A Preto e Branco”, integrado na plataforma on-line do Diário de Notícias da Madeira. 

disponível brevemente

 

Raquel Varela    historiadora (Portugal)   Programa

Raquel Varela é investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais e investigadora do Instituto Internacional de História Social. É coordenadora do projeto História das Relações Laborais no Mundo Lusófono. Doutorada em História Política e Institucional pelo ISCTE, Raquel Varela é, neste momento, Presidente da International Association Strikes and Social Conflicts. Autora de Quem paga o Estado Social em Portugal?, uma obra que reúne contributos que procuram desmontar o “mito” do Estado” gordo”, a investigadora publicou, em 2011, História da Política do PCP na Revolução dos Cravos.  

 

Coordenadora da obra  Revolução ou Transição? - História e Memória da Revolução dos Cravos, Raquel Varela foi co-coordenadora de Greves e Conflitos Sociais no Portugal Contemporâneo e de O Fim das Ditaduras Ibéricas (1974-1978). Autora de A Segurança Social é sustentável, Raquel Varela assinala os 40 anos de Abril com uma obra pioneira, História do Povo na Revolução Portuguesa, “a história das pessoas a descobrirem que podem tomar a vida nas suas próprias mãos, que o poder pode ser exercido directamente por elas, colectivamente, sem ser delegado”.

Disponível brevemente

 

Ricardo Araújo Pereira     Escritor / HUMORISTA (portugal)   Programa

Ricardo Araújo Pereira nasceu em Lisboa, em 1974.
Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica, começou a sua carreira como jornalista no Jornal de Letras. É guionista desde 1998. Em 2003, com Miguel Góis, Zé Diogo Quintela e Tiago Dores, formou o grupo humorístico Gato Fedorento. Escreve semanalmente na revista Visão e é um dos elementos do programa da TSF «Governo Sombra», agora também em versão televisiva, na TVI 24. Assina, desde Março de 2012, a rubrica Mixórdia de Temáticas, nas manhãs da Rádio Comercial.
Com a Tinta-da-china, publicou três livros de crónicas — «Boca do Inferno» (2007), Novas Crónicas da Boca do Inferno (2009) e A Chama Imensa (2010) —, para além de Mixórdia de Temáticas (2012), compilação dos guiões do programa readiofónico, e  Se não entenderes eu conto de novo, pá (Brasil, 2012). 

 
 

Coordena a Colecção de Clássicos de Literatura de Humor, que integra autores como Charles Dickens, Denis Diderot e Jaroslav Hasek.
É o sócio n.º 17 411 do Sport Lisboa e Benfica.
Os seus textos, a criação de personagens e a interpretação humorística elevaram-no ao estatuto de principal referência da nova geração do humor em Portugal.

disponível brevemente

 

Silvano Rodrigues    ilustrador  (Portugal)   Programa

Silvano Rodrigues nasceu em Maio de 1977. Cursou Design de Comunicação na Universidade de Aveiro. Actualmente, exerce as funções de docente de Educação Visual na Direcção de Serviços de Educação Artística e Multimédia (DSEAM). No âmbito do design, Silvano Rodrigues tem vindo a compor cartazes que promovem peças de Teatro dimaziadas pela DSEAM, entre as quais se destaca a peça infantil Aventura de João Sem Medo, inspirada na obra homónima de José Gomes Ferreira.

   Em 2013, Silvano Rodrigues foi um dos artistas que participaram na Exposição “A Arte de Outro Lugar”, durante o Festival Literário da Madeira.

disponível brevemente

Sílvio Fernandes    Professor (portugal)   Programa

Sílvio Fernandes é Professor Auxiliar no Centro de Competências de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira. Doutorado em Letras – Estudos Humanísticos, pela Universidade da Madeira, em 2006, tem leccionado as unidades curriculares de Teoria da Comunicação e Argumentação, Retórica e Comunicação, bem como Matrizes da Cultura Ocidental. 

  Para além da actividade docente e de investigação, exerce as funções de Presidente do Centro de Competências de Artes e Humanidades.  

disponível brevemente

Tiago Salazar    Escritor (portugal)   Programa

Nasceu em Lisboa, em 1972. Formou-se em Relações Internacionais e estudou Guionismo e Dramaturgia em Londres. Trabalha como jornalista desde 1991, tendo publicado, entre outros títulos, no Diário de Notícias, Grande Reportagem, Vogue e na revista Egoísta. Foi vencedor do prémio Jovem Repórter do Centro Nacional de Cultura, em 1995. Em 2010 foi bolseiro da Fundação Luso-Americana, em Washington, ao abrigo da Bolsa José Rodrigues Miguéis. 

 

Publicou quatro livros de viagens, Viagens Sentimentais (2007), A Casa do Mundo (2008), As Rotas do Sonho (2010) e Endereço Desconhecido (2011). Publicou ainda o diário íntimo Hei-de Amar-te Mais (2013). Actualmente é jornalista freelancer, guia de “Viagens de Autor" da Pinto Lopes Viagens, e formador de Escrita e Literatura de Viagens. Foi ainda autor e apresentador do programa Endereço Desconhecido, da RTP2. Crónica da selva é o mais recente livro do autor.

 

disponível brevemente

 

Valério Romão    escfritor (portugal)   Programa

Valério Romão nasceu no ano da Revolução. Foi três vezes seleccionado no concurso nacional Jovens criadores (2000, 2001, 2002), duas em prosa, uma em poesia. Foi o representante português da área de literatura na Bienal de Jovens Criadores da Europa e do Mediterrâneo, em 2001, na Bósnia-Herzegovina. Na Faculdade cursou Filosofia, área em que se licenciou. Tem escrito contos (o relojoeiro contorcionista, revista Magma; Facas na Cidade, revista Construções Portuárias), peças de teatro (Octólogo, TUP; Posse, Trindade; A Mala, CCB/Boxnova), feito traduções

 

(V. Woolf, S. Becket) e tem colaborado com diversos artistas nacionais em peças multidisciplinares (moments of being; Beatriz Cantinho e Ricardo Jacinto; Peça Veloz Corpo Volátil; Beatriz Cantinho) e acaba de publicar o seu segundo romance, O da Joana, com a chancela da abysmo, segundo volume da trilogia Paternidades Falhadas, sucedendo a Autismo, também da abysmo.

Foto by tiago figueiredo

disponível brevemente

 

Vasco Gato    Escritor (Portugal)   Programa

Vasco Gato nasceu em Lisboa, em 1978. A publicação de Um Mover de Mão (Assírio & Alvim, 2010) assinalou a estreia auspiciosa de um poeta cujo trajecto já conta com 10 títulos. Vasco Gato também tem vindo a consolidar um espaço ímpar na tradução, com vários trabalhos elogiados pela crítica, entre prosa e poesia. O poeta e tradutor integra, ainda, as colectâneas Este é o Meu Sangue (Tea For One, 2012), Quarto de Hóspedes (Língua Morta, 2013) e Antologia da Cave (Apuro Edições, 2013), projectos que expandem a intervenção de Vasco Gato no panorama literário português. 

 

Imo (Quasi, 2003), Lúcifer (Alexandria, 2003), A Prisão e Paixão de Egon Schiele (&etc, 2005), 47 (Edição de Autor, 2005), Omertà (Quasi, 2007), Cerco Voluntário (Cadernos do Campo Alegre, 2009), Rusga (Trama, 2010), Napule (Tea For One, 2011) e A Fábrica (Língua Morta, 2013) completam o currículo literário do autor. 

disponível brevemente