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QUERIA DE TI UM PAÍS |
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Festival Literário da Madeira em contagem decrescente para a 4ª edição revela restante painel de participantes e programação completa. |
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| Raquel Varela, Paulo Scott e José Eduardo Agualusa juntam-se a Marta Caires, Sílvio Fernandes, Diana Pimentel, Paulo Sérgio BEJu, Cláudia Rodrigues, Gil Rosa, Paulo Cafôfo, Luís Caetano e aos já anunciados Irene Flunser Pimentel,Paula Moura Pinheiro, Manuel Jorge Marmelo, Carlos Quiroga e Paulo Moura, Ricardo Araújo Pereira, Alexandra Lucas Coelho, Valério Romão, Ana Margarida de Carvalho, Francisco Camacho, João Tordo, Tiago Salazar, Miguel Real, João de Melo, Jorge Sousa Braga, Beatriz Hierro Lopes, Diogo Vaz Pinto, Golgona Anghel e Vasco Gato, Gonçalo M. Tavares, Luiz Ruffato, Adriana Calcanhotto, João Miguel Tavares, Nuno Lobo Antunes, Maria João Saraiva de Menezes, Maria João Beja, Maria João Lopo de Carvalho e José Luís Nunes na 4ª edição do Festival Literário da Madeira (FLM). |
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Raquel Varela é investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais, e investigadora do Instituto Internacional de História Social. É coordenadora do projeto História das Relações Laborais no Mundo Lusófono. Doutorada em História Política e Institucional pelo ISCTE, Raquel Varela é, neste momento, Presidente da International Association Strikes and Social Conflicts. Autora de Quem Paga o Estado Social em Portugal?, uma obra que reúne contributos que procuram desmontar o "mito" do Estado "gordo", a investigadora publicou, em 2011, História da Política do PCP na Revolução dos Cravos. Coordenadora da obra Revolução ou Transição? – História e Memória da Revolução dos Cravos, Raquel Varela foi co-coordenadora de Greves e Conflitos Sociais no Portugal Contemporâneo e de O Fim das Ditaduras Ibéricas (1974-1978). Autora de A Segurança Social é Sustentável, Raquel Varela assinala os 40 anos de abril com uma obra pioneira que terá apresentação nacional no próximo dia 20 de março, no âmbito do FLM: História do Povo na Revolução Portuguesa – 1974-75, "a história das pessoas a descobrirem que podem tomar a vida nas suas próprias mãos, que o poder pode ser exercido diretamente por elas, coletivamente, sem ser delegado" (in entrevista à Visão, nº 1097, 13.03.2014).
Paulo Scott, escritor brasileiro, nascido em Porto Alegre, publicou, até ao momento, três romances e um livro de contos, Ainda Orangotangos, adaptado ao cinema por Gustavo Spolidoro, longa-metragem vencedora do 13º Festival de Cinema de Milão. Paulo Scott é também autor de quatro livros de poemas, O Monstro e o Minotauro, Senhor Escuridão, A Timidez do Monstro e Histórias Curtas Para Domesticar as Paixões dos Anjos e Atenuar os Sofrimentos dos Monstros. Traduz do inglês, escreve textos de dramaturgia e roteiros, colabora com revistas, jornais e suplementos de cultura do Brasil e de outros países. Habitante Irreal, o seu segundo romance, chega agora aos escaparates portugueses, com a chancela da Tinta-da-China. A obra foi finalista dos prémios Jabuti e São Paulo de Literatura e vencedora do Prémio Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional, em 2012.
José Eduardo Agualusa nasceu no Huambo, Angola, em 1960. Estudou Silvicultura e Agronomia em Lisboa, Portugal. Os seus livros estão traduzidos em 25 idiomas. É autor de quatro peças de teatro: Geração W, Aquela Mulher, Chovem Amores na Rua do Matador e A Caixa Preta, estas duas últimas juntamente com Mia Couto. Beneficiou de três bolsas de criação literária: a primeira, concedida pelo Centro Nacional de Cultura em 1997 para escrever Nação Crioula, a segunda em 2000, concedida pela Fundação Oriente, que lhe permitiu visitar Goa durante 3 meses, na sequência da qual escreveu Um Estranho em Goa, e a terceira em 2001, concedida pela instituição alemã Deutscher Akademischer Austauschdienst. Graças a esta bolsa viveu um ano em Berlim, onde escreveu O Ano em que Zumbi Tomou o Rio. No início de 2009, a convite da Fundação Holandesa para a Literatura, passou dois meses em Amsterdão na Residência para Escritores, onde acabou de escrever o romance Barroco Tropical. Escreve crónicas para a revista LER e para o portal Rede Angola. Realiza para a RDP África A Hora das Cigarras, um programa de música e textos africanos. É membro da União dos Escritores Angolanos. Com dez romances publicados e quatro coletâneas de contos, as obras de José Eduardo Agualusa, nome maior da literatura lusófona, estão traduzidas em mais de vinte idiomas. |
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